30 de jun de 2012

Devolve a catraca.

Estava em uma loja, onde era bem estreita e com muitas roupas penduradas. Um senhor passou por mim e falou baixinho:
-Quero, quero, quero, banheiro, banheiro.
Com seus cabelos grisalhos, pele com algumas manchas e pintas, Vestido com um moleton marrom claro.
-Vem comigo senhor.
-Ah Claro...
Afastava as roupas da frente, para dar espaço, era mita coisa no caminho amontoada.
Chegamos em uma porta de vidro com algumas escritas estranhas, mas tinha o desenho de um homem na placa.
Abri a porta com gentileza, o senhor entrou e assim fechei. A dona da loja veio gritando e me chamando a atenção.
-Você acha que é o que? Só porque você está usando esse chapéu de palha grande e quer ser educada? Você não vai me enganar desse jeito.
-Como assim?
-Não se abre a porta para um homem e muito menos ficar dentro do banheiro com ele.
-Eu não entrei. Estou aqui fora. Não está vendo?
-Olha o respeito menina.
Me puxando pelo braço ela me levou para um corredor enorme.
-Já volto aqui. Vá até o banheiro e volte.
-Mas...
-Mas nada. Vá.
Começei a andar pelo corredor. Um corredor todo branco e cheio de salas de vidro. Todas as salas estavam tendo reuniões de empresas importântes.
Ao final desse corredor havia um salão. O salão era dividido por uma grade preta e alta. Um dos lados com uma roleta normal em frente de uma porta e do outro lado uma roleta de lado.
Na porta direita tinha o desenho de banheiro de mulher.
Passei a roleta e quando eu ia abrir a porta, alguém me puxou com força para trás, fazendo eu perder o equilibrio e quase cai.
-Outra roleta por favor.
-Mas o banheiro é aqui.
-Não pra você.
-Como assim?
-Apenas passe.
Me deixou em frente a roleta de lado. Olhei para trás e não havia mais ninguém, sequer vi o rosto ou como estava vestido.
Ao tentar passar pela roleta, tive que pular igual corda. Foi uma coisa dificel de entender. E asim já na metade do caminho para a porta, eu quase cai novamente, porque uma parte da roleta estava presa no meu pé. Uma fila se formou e todos começaram a gritar do outro lado da grade:
-Eiiii, devolva a catraca.
-Mocinha! Quero passar também...
-Ééééé
Todos gritando em coro. A peça voltou para o lugar como um imã.
Abri a porta e o sol surgil em minha frente. Fazendo me despertar.

Bom dia =D

17 de ago de 2011

Tem suco de caju?

Eu e minha mãe estávamos viajando por ruas de areia. Muito estreitas e antigas pelos aspectos ao redor.
Sentadas confortavelmente em duas poltronas de ônibus, mas não estávamos dentro de um, como se fosse tudo aberto. Paramos em frente a um restaurante. E na entrada haviam muitas parreiras de pêssego e de uva.

Minha mão se esticou toda e alcançou duas uvas verde claro bem grandes. Quase do tamanho da mão.
-Pega e coma logo. As uvas daqui do Sul são muito mais gostosas do que as de lá de Santos.
Abri na metade, tirei os caroços e comecei a comer. Estavam muito suculentas.
Dois seguranças do local olharam e não gostaram muito e vieram em nossa direção, mas minha mãe não viu e pegou dois pessegos. Deu em em minha mão e disse bem baixinho.
-Escondeeeee.
Peguei para esconder em baixo da blusa, mas a blusa era muito curta, coloquei o casaco por cima mas ele escorregou e não consegui segura-lo.
-Mocinha, não pode ficar tirando frutas daqui.
Disse um deles já mais perto.
-Mãeeee vamos sair daqui. Rápido.

Voltei para perto das poltronas, mas já não eram mais poltronas. Era uma geladeira grande e branca nas laterais e de vidro na frente para ver o conteúdo dela. Havia muitos tipos de bebidas. Algumas cervejas, sucos, refrigerantes e três doninhas parecendo mais um coelho do que outra coisa. Der repente aparece o Lucas Hauptmann apareceu de trás da geladeira.

-Oiii Lu, o que faz aqui?
-Estou pedindo carona.
-Pra onde vai?
-Tem suco de caju ai?
-Humm, suco? Tenho sim, mas de morango, morango, morango, manga, morango de novo.
-Ha! quero de laranja.
-Eu não disse que tinha de laranja.
-Tá. Serve o de melão.
-Manga?
-É.Vocês estão indo para onde?
-Ilhabela ver minha tia.
-Posso ir junto?
-Pode mas eu tenho que arrumar a geladeira pra você entrar também.

Tirei algumas prateleiras, as doninhas e algumas bebidas.
-Lu, tirei duas prateleiras para dar mais espaço para agente sentar. Somos muito altos pra isso aqui.
Dei um chute na lateral.
-Eu disse pra minha mãe comprar uma melhor.
E ele dava risadas abafadas com a mão.
-E sua mãe?
-Ela vai em cima no freezer para segurar as bagagens.
Contamos piadas, cantamos musicas irritantes, lembramos da infância.
Olhando para fora da geladeira, vi um pier.
-Olha Lucas, um pier. Dá pra descansar um pouco e mergulhar.
-Vamos.
Saímos da geladeira e loo já nos jogamos dentro d'agua.
Ao longe escuto vozes gritando meu nome:
-Tia Heloraaaaaa, Tia Heloraaaaaa.......
-Oi! Oi! Oi!
Vieram ao meu encontro um menino branquinho gordinho chamado Leonardo, uma menina de cabelo chanel chamada Erika e uma de cabelo comprido preso em um rabo de cavalo chamada Eduarda.
-Podemos entrar também?
-Claro que podem.
-Tudo bem com vocês?
-Tudo sim tia. - Responderam os três em coro.
As crianças ficaram brincando perto de mim e do Lucas.
De repente uma das meninas vai para perto da beirada e me pergunta:
-Não é verdade Tia, que você já salvou várias pessoas na água?
-Na verdade foram só três. Mas porque da pergunta?
-Por que minha mãe não quer deixar eu viajar com você, porque ela tem medo.
-Haaa tem que ficar tranquila. Sem medos.
-Crianças, eu e o Lucas vamos sair para continuar a viajem, se quiserem ir com a gente, nós vamos de ônibus agora.
O Lucas saiu na frente, subiu no pier e me ajudou a sair.
-Obrigada Sr. Lucas UHASUHSUHAS
-UAHSUHASHA de nada Srta. Helora.
Um som agudo quase ensurdeceu quem estava perto dali.
-HAAAAAAAAAA! Socorro!
Olho em direção da água. e vejo uma baleia orca cercando as crianças, que ainda estavam na água.
-Meninas, larguem a plataforma de borracha e subam em algum lugar fora da água. Rápido.
-Leonardo, aproveita que ela virou e vem para cá nadando rápido.
A baleia acelerou em direção do Leonardo e colocou o focinho nos pés para arremeçar o menino para o mais alto, mas eu já havia conseguido segurar em suas mãos, e sendo assim ele conseguiu subir no pier.
A baleia rondou, passou de um lado ao outro, procurando movimentação dentro da água, mas não encontrou.
Nessa loucura toda, duas emissoras de televisão já estavam gravando tudo e passando o drama ao vivo.
Todos ficamos super aliviados de não ter acontecido nada de grave. Ao ponto de se machucar.
Assim que virei ara falar com todos, outro grito ecoa bem alto.
-HAAAAAAAAAAAA!
O que será que vem agora? Olhei novamente para a água e vi um negócio muito grande parecendo uma pedra espinhuda. Olhando mais atenta, vi tentáculos subindo na direção do pier. E dessa vez não era simplesmente uma baleia, e sim um polvo gigante. Era realmente assustador.

A impressão que tive ao olhar para os olhos dele, foi que ele nos enxergava e estava pensando em um jeito de nos capturar. Os tentáculos vinham em nossa direção, e quanto mais perto da beirada ele ficava mais para trás nós ficávamos.
-Saiam de perto da beirada.
Bombeiros chegaram ao local para tentar organizar as coisas.
-O que será que aconteceu? Não é época de ele vir aqui.
Resmungava um senhor mais para a esquerda de nós.
Perguntei ansiosa:
-Ele costumava vir aqui?
-Sim, aqui era....




TOU TOU TOU

Acordei com a batida de alguma reforma aqui no vizinho.
Tenha dó!!! Nem sei pq ele costumava ir lá no pier.....

13 de jun de 2011

Mulher aterrorizante, Chefe da gangue e ainda princesa. Quer mais o que?

Vamos para mais uma piração...




-Trimmmm... Trimmmm... trimmm
-Alou?
-É ela, pode falar.
-Certo, estarei ai às 14h, okay?
-Até logo.

Acordei logo de manhã com um telefonema. Um hotel perto de casa me convidando para trabalhar em um teatro. Um teatro que é realizado já com anos de tradição.
Logo que cheguei o gerente me entregou um protetor de terno bem grande. E uma pasta bem grande. No vestiário, abri aquela embalagem enorme, quando me deparei com um lindo vestido de princesa de conto de fadas azul-bebe. Penteei meus longos e ondulados cabelos castanhos. Coloquei a tiara para finalizar.
Levaram-me para um quarto do hotel, mas para chegar nele, tive que passar por um labirinto escuro e todo pegajoso por ter que algumas vezes ter encostado nele.
Deixaram-me sozinha, o quarto esta a meia luz, lenços e panos por todos os lados, com a cama central com o frigobar ao lado. Observava toda a movimentação do hotel pelo celular palm, para saber quando agir.

-Quero só ver.... Quero me mijar de medo se realmente for verdade.

Um homem gritava e abanava 100 dólares pelo alto.
Fiquei um pouco assustada com a atitude. Mas espera ai... Eu estou bonita! Porque iria assustar ele ou outras pessoas?
Olhei-me no espelho, e estava toda ensanguentada, com uma cara macabra, dentes pontiagudos, cheia de perfurações pelo corpo e uma faca bem grande na mão direita.
Lá veio a primeira vitima com seus 13 anos de idade no máximo, junto com um instrutor até o labirinto. Do labirinto até onde eu estava ele já estava se cagando de medo. Saindo do labirinto, já comecei a cantar (não me pergunte por que), igual às sereias, com uma voz lírica e encantadora. Assim que o menino foi chegando, apareci e corri alguns metros para assustar.
Eu fiquei rindo muito depois. UHASUHSUHA

Quando eu voltei para o quarto, havia três homens com roupas de época medieval. Parei no mesmo instante.
Um deles veio em minha direção pegou minha mão, beijou-a e me puxou para o meio do quarto. O segundo me girou e o outro chegou bem pertinho e deu uma lambida em meu pescoço.

-O que vocês estão fazendo?
-Só cortejando uma bela mulher de nosso reino.
-Que?

Olhei no espelho novamente e havia voltado como estavam antes, pele clara, cabelos compridos e penteados e uma leve maquiagem.
Os três me puxaram ao mesmo tempo, tentando tirar minha roupa. Um tirou o sapato, outro tirou a tiara e o outro a levantar meu vestido.
Olhando para os três sem entender, sinto alguma coisa em meu ombro me pegando como se eu fosse um pedaço de pano. Olhei para trás e estava indo em direção ao espelho. Olhei novamente para frente e os três homens ficaram cada vez mais longe, e olhando sem entender.
Senti algo gelado e viscoso ao passar pelo espelho. Ao chegar do outro lado, uma equipe de preto me esperava. Já estava de calça Jeans, blusa de alça branca, uma sandália de salto prata e cabelo loiro comprido. Alguns homens colocaram em mim uma mochila e deram em minhas mãos, controle Joystique e junto óculos escuro.
Quando coloquei os óculos, apareceu informação do tempo, local e muitos recursos legais. Assim que se ajustou ao meu rosto, apareceu uma mensagem:

-“URGENTE!!! Entrar em ação.”

Comecei a procurar os comandos, mas não consegui controlar...
Retirei os óculos. Arregalei meus olhos e olhei em volta.

Estava em um enorme e belo jardim cheio de vida. Ao longe vi velhinhas reunidas, com chapéus grandes e lenços coloridos para enfeitar.
Vou me aproximando delas; Quando escuto uma voz suave vindo ali do meio.

-Senhorita Helora! Seja bem vinda.
-Obrigada vossa alteza.

Fiquei pasma com minhas próprias palavras. Como se eu não pudesse controlar.

-Que belo vestido está usando hoje, minha querida.

Olhei-me de cima, Estava com um vestido bem comportado, na altura do joelho, na cor amarelo pastel e um chapéu enorme em minha cabeça.

-Hoje faremos nosso chá da trade aqui no jardim meninas.
-Hooo! Que beleza.
-Muito bem.
-Ótima ideia majestade.

Todas reagiram positivamente ao anúncio da Rainha.
Logo se via homens de calças pretas, domas, luvas brancas trazendo todos os itens para o chá.
Em alguns minutinhos estava tudo pronto, no meio do jardim. Estávamos em 12 mulheres. E todas bem acomodadas e servidas.

-Reuni vocês aqui hoje para comunicar, que daqui a um mês, farei um baile de mascaras, para comemoração do aniversário de minha neta Helora.

QUEEEE? Eu? Neta da rainha? Como é possível??
Ela olhou em meu rosto e sorriu brevemente.

-Sério vovó?

Abriu seus lábios, mostrando os dentes e concordou com a cabeça.

-Estou muito grata!
-Fico feliz por você minha querida.

Dirigiu-se a todas e disse em uma voz firme e alta.

-Tragam príncipes bonitos para a festa. Pois minha neta precisa de um namorado. Todas concordaram com a cabeça; Afinal quem discordaria da rainha?

O chá da tarde terminou e fui para meus aposentos no palácio. Deitei em minha cama de quase 1m50cm, com lençóis macios e rosas. Fechei meus olhos e relaxei.
Quando abri meus olhos estava me sentindo como se estivesse sendo sugada por um túnel prata. Ao final desse túnel dava para ver a luz. Cada vez mais perto que assim que cheguei nela, estava em minha cama e o quarto ensolarado.

Até a proxima pessoal.

Aniversário macabro...

Estava feliz no dia do meu aniversário. Conversava com alguns amigos na rua, enquanto íamos para um passeio de festejo noturno. Já era noite, muitos prédios nos cercavam e ainda por cima altos. Mas felizmente dava para ver as estrelas, estrelas brilhantes, mas um brilho sem explicação.
As ruas eram bem estreitas de pedra, no estilo da colonização. (Quem foi para Paraty ou Iguape, sabe do que eu estou falando) Ao final da rua havia um bar e um ônibus. Decidimos tomar alguma coisa nesse bar. Uma cervejinha, um refrigerante, um suco, alguma coisa para brindar mais um ano de minha vida.
O motorista nos olhou, de cima a baixo, chegou perto e cochichou no meu ouvido.
-O que vocês estão fazendo??
Assustada me afastei um pouco na cadeira e olhei bem para ele sem entender o porquê da pergunta.
- Ora. Não dá para perceber?
-Mas por que do brinde?
-Meu aniversário.
Sorri para continuar sendo agradável.
-humm. E de presente de aniversário levo você e seus amigos para um lugar especial.
-Que lugar?
-Numa fazenda militar de forças especiais.
Olhei com desconfiança para ele, olhei para meus amigos, e adivinha só. Todos estavam com os olhinhos brilhando para poder ir.
Uma das meninas se manifestou.
-Vamos Helooo! Vai ser legal, aniversário que nem esse você nunca mais terá. Vaiiii!
Olhei para baixo para pensar um pouco.
-E as consequências? Minha mãe sempre falou para eu não fazer esse tipo de coisa. E agora? Perco essa oportunidade? Decepciono meus amigos? Há, tomara que não aconteça nada de mais.
Uma voz veio de longe me buscar.
-E ai Senhorita?
-Nós vamos. Tem lugar para todo mundo?
-Claro que tem! – Falou ele todo empolgado.
Entramos todos no ônibus, nos acomodamos e alguns acabaram dormindo e eu não fui exceção.
Três horas depois, ouço uma forte buzina.
-O que está acontecendo? – Pulo ligeiramente em pé.
-Chegamos! – Fala o motorista sorridente.
Olhávamos pelas janelas. O céu já estava clareando, os cadentes já estavam em seus postos para a apresentação matinal. Todos nos seus macacões azul cobalto. Olhávamos impressionadas com a instalação, com a unidade.
-Helora, pode me seguir com seus amigos.
-Como você sabe meu nome?
-Sei por que está na sua fixa.
-Que fixa?
-hum, você não sabe? Então não posso te contar.
-Como assim não pode me contar. É sobre mim e eu mesma não posso saber? Que uó isso.
Mesmo assim eu e meus amigos seguiram a passos largos o motorista de 1m80cm, magro e de roupas folgadas.
Entramos em um longo corredor branco, com alguns quadros de superiores já falecidos. Postura e rostos rudes, de poder e rigidez.
Luz por luz foi se apagando nesse corredor, agarrei a mão de um dos meninos. Antes que a luz apagasse, nós nos olhamos e todos encostaram na parede.
Tentei falar, mas não saia som, como se estivéssemos no MUTE da televisão. O chão tremeu, as luzes voltaram a se acender, mas bem fraca, quando alguma coisa se materializou em nossa frente.
Um cheiro forte de podre subiu, uma neblina preencheu o corredor e por mais que nos encolhíamos, parecia que estava quase encostando em nosso nariz. Pequenos quadrados foram se juntando até formar um formato meio desfigurado, com três dedos, guelras no pescoço, um olho central, dentes tortos e grandes, em um tom de verde musgo.

Aproximou-se de nós e puxou dois amigos meus para dentro da parede.
Assim que eles sumiram a luz voltou completamente, a neblina havia sumido, e os quadros começaram a cair.
Comecei a correr, batendo nas paredes e gritando seus nomes.
-Manuelaaaaa.... Robertooooo...... Onde estão vocês???
Batia para ver se encontrava alguma passagem.
 Logo mais a frente vi uma luz forte amarela de um buraco na parede. Era grande o suficiente para eu passar.
Chutei outro pedaço da parede e ela quebrou fazendo um barulho agonizante. Entrei e vi outro corredor, só que em sentido oposto do que eu tinha corrido. As paredes tinham sangue para todos os lados, alguns cadáveres jogados pelos cantos.

Pulei, desviei, até chegar em uma sala oval, onde estava o semelhante a um alienígena e meus dois amigos no chão junto a muito sangue. Ele se virou, curvou as costas e puxou uma estante de metal para perto dele, com o poder da mente. (Acho eu)
Nessa estante havia copos e xicaras de vidro branco. Jogava em mim, com muita força, e eu a todo o momento desviando.

-Saiiiii seu monstro. ò.ó
-Manuela, vocês estão bem?
E o alien jogando as coisas em mim. Os dois se juntaram e foram para a parede mais próxima.
-O que houve Roberto??
-Helora, o Roberto machucou a perna.
-Vou tentar distrair essa coisa e vocês correm para o outro lado.

-Ok.
-Vocês não vão sair daqui tão cedo...
-Que??? Você fala a nossa língua?
-Claro sua idiota.
Mãos começaram a sair da parede e tentar segurar os dois.
Olhei para os lados procurando alguma coisa para me defender. Alguns paços de distância tinha um pedaço de madeira parecendo um taco de baseball. E o que ele arremessava em mim, eu rebatia e estourava vidro para todos os lados, até que ele jogou a estante, coloquei meu pé para me proteger. A estante explodiu, e na explosão saíram faíscas azuis, vermelhas, verdes e o amarelo logo predominou o espaço. Fechei meus olhos para proteger.
Abri-os rapidamente, quando me deparei com o sol na minha cara logo de manhã.




Mais um sonho sem pé nem cabeça.

Até a próxima... =D

14 de fev de 2011

Sequestro no ônibus.

Eu e minha amiga Amanda estávamos na praia, na volta pegamos um ônibus para voltar para casa. Entramos nos sentamos uma longe da outra. Eu estava de canga e uma camiseta por cima do biquíni, e segurando uma bolsa/mochila de pano grosso de algodão (ainda consigo ver o desenho em verde desenhado na bolsa). Os bancos eram estofados e macios. Sentei e fiquei olhando pelo corredor, para a entrada.
Paramos duas vezes depois que subimos no ônibus, alguns passageiros entraram e se acomodaram.
Na terceira parada um homem de capuz, com uma mochila entrou e anunciou o assalto. Olhei bem para minha amiga, nós duas de olhos arregalados, aos poucos fomos afundando naquele banco. Rapidamente coloquei minha bolsa para trás e me encolhi.
O motorista e outro rapaz correram para o fundo e tentando entender e negociar com o assaltante.
-O que você quer?
-Todos sentados e com suas bocas caladas.
-O que você quer? - O rapaz continuou a perguntar.
-Tu quer calar essa boca??
-O que acontece se eu quiser fugir?
-Haaa! - o assaltante olhou com uma cara de deboche para o rapaz.
- O que acontece?
-Tu quer virar peça rara?
-Como assim?
-Se tentar fugir, vai ficar mais valioso e divertido de te caçar. Ou minha dourada vai entrar na tua cabeça.
O rapaz logo se calou.
Fui para o assento do corredor e fiquei encarando o cara.
-Tá olhando o que garota?
-Porque está fazendo isso com agente?
-Não te interessa.
Foi para frente do ônibus. Andamos durante 2h mais ou menos. Acabei adormecendo.
Ao acordar, olhei para os lados e tudo estava escuro. Fui para frente do ônibus e falei com o sequestrador.
-Quero ir ao banheiro.
-Pra que?
-Pra que se vai a um banheiro??
-Sei lá, mas como você me prova que você não vai fugir?
-Minha amiga e minha bolsa estão aqui.
-Tá, desce rápido e se tu não voltar em até no máximo 20 minutos eu mato sua amiga e vou em bora com todos.
Desci e percebi que estava em Peruíbe. Na cidade onde cresci junto de minha mãe. E onde atualmente ela está.
Entrei em um restaurante que não conhecia e pedi para usar o banheiro. Indicaram-me com um simples sinal com a mão. Fui entrando, olhando tudo. Parecia que eu tinha entrado em outro lugar, totalmente nada a ver. As paredes estavam só no bloco cru, o chão estava com cimento e areia só batido, haviam estantes de metal enferrujada com toalhas de mesa, guardanapos e outros utensílios de cozinha.
Passou um rapaz rapidamente por mim. Logo ele voltou e olhou bem nos meus olhos.
-Helora??
-Hamm? Quem gostaria?
-Sou eu! O Cleiton.
-Nossssaaaa, como você está diferente.
-Pois é, comecei a trabalhar aqui faz uma semana. E você? O que faz por aqui?
-Eu estou procurando o banheiro. Porque tenho que ser rápida para voltar para o ônibus que fui sequestrada com minha amiga. Sabe me informar onde é?
-Aqui nessa porta.
-Obrigada.
Empurrei a porta, ao abrir, me deparei um amontoado de sacos grandes e um fedor absurdo. Sai novamente e perguntei para uma mulher que estava no mesmo corredor:
-Onde é o banheiro?
-Esse ai que você saiu.
-Não é possível, não vi privada nem nada.
-Mas não tem privada e sim um balde.
-Que nojo.
-Ou faz ai ou faz em casa. Na emergência, vale tudo.
-Não vou usar aqui.
Sai andando pelo estabelecimento, subindo a rua em direção ao ônibus minha mãe me vê do outro lado da rua.
-HELORAAAA!
Gritava ela.
-Heloraaaaaaaa! Olha eu aqui.
Eu olhava e fazia sinal de silêncio para ela. Atravessou a rua, e quem passava ela dizia que eu tinha voltado para casa. Eu olhava e fazia sinal de silêncio e de que eu tinha sido sequestrada, mas ela não entendia.
Ao chegar perto de mim, me abraço e me beijou.
-Que saudade meu bebê.
-Mãe! Fique quieta, eu fui sequestrada.
-Não foi não. Você está aqui.
-Darrrr, eu precisei ir ao banheiro.
Ela do nada começou a gritar mais alto possível.
-GRAÇAS A DEUSSSS
-GRAÇAS A DEUSSS
Gritei em um tom grosso.
-Cala a boca mãe. Fica quieta. A minha amiga está no ônibus, vou lá buscar ela pra tentar fugir.
Ao longe vi o ônibus se movendo, corri em direção e consegui para o ônibus. Quando a porta se abriu tinha uma mulher de motorista. Cabelo Chanel escuro, de uniforme da empresa.
-O que aconteceu?
-Haa, o cara que se dizia sequestrador está bêbado ali a trás e queria se matar, os passageiros estão tentando acalma-lo enquanto eu levo o ônibus na policia,
-Mas e a menina que estava aqui?
-A Fernanda? Ela falou que já foi e é pra você pegar a bolsa e ir em bora.
-Ha. Obrigada.



~~
Assim foi o sonho maluco que acabou em torno das 6h da matina.
Fala sérioooo.
Assim que olhei no relógio, vi que era em tempo de ligar para a minha mãe.
Contei tudo que acontecera. Ela se acabou de dar risada da parte do:
-GRAÇAS A DEUSSS - dela,
HASUHASUHAUSHUAHSAUHS
Mas o melhor vem para o final.
É que assim que desliguei o telefone, peguei no sono novamente e tive mais um sonho sem pé nem cabeça.
Próximo post. Fiquem ligados.

11 de fev de 2011

Cobras e Jacarés? Barranco?

Essa noite sonhei de novo.
Na verdade outro sonho que marcou. UHSAUHAUHS

Então vamos começar...

 
Sonhei que fui a uma festa infantil, onde as crianças se juntavam em duplas nas carteiras. Carteiras em uma única fila central. Não havia só crianças, adultos também.

As moças que estavam no salão, me puxaram e me fizeram sentar junto com um homem. Homem de em torno de 25 anos, olhos castanhos claros, quase mel, com sobrancelhas grossas, um cavanhaque ralinho só como efeito e de pele bem branquinha. Já que faria par com ele, comecei a conversar. O assunto parecia interessante (engraçado é que não me lembro do que falei como nossa conversa estivesse muda), as crianças que apareciam começavam a se esnobar para mim, mostrando a condição financeira e aparência. do mesmo jeito que se esnobavam eu ignorava.

Levantei várias vezes para tomar água, e o engraçado é que passava alguma coisa na garganta para a água passar. (nem sei o que era.).

Chegando pelas 17h30, bateu o sinal bem alto, todos se levantaram como se fossem robôs e fizeram uma fila para sair.

Chegamos ao portão e muita gente sumiu, quando reparei só estava eu e outra menina encostada na parede:

-O que fazemos aqui?

O homem que fez dupla comigo olhou em meus olhos:

-Hora de ir embora.

Deu um breve sorriso e saiu da minha área de visão.

Olhei para os dois lados da avenida, quando do outro lado minha mãe buzinava e acenava para mim, de dentro do carro.

(O nosso carro atual um GOL 96 ou 98 não me lembro bem).

Corri feliz em sua direção, entrei no carro e beijei-a.

-Nossa filha! Como você está diferente.

-Lá vem você. Diferente como? Bonita ou feia? Só pelo tom...

-Meio acabada, estranha. A aparência também não está legal.

-Nossa, obrigada pela sinceridade.

Abaixei a cabeça.

Passando por uma rua larga, percebemos que minha tia Meg estava em Santos em uma reunião de fornecedores e grandes empresas. Naquele momento lembrei que o presente de aniversário dela estava em minha bolsa, minha mãe parou o carro ao lado do dela, e da bolsa tirei uma fatura de cartão de crédito com uma fita vermelha bordô em volta. Não entendi porque uma fatura de cartão muito menos para pagar. O carro dela estava todo aberto, com bolsa e documentos espalhados, mas no fim acabei colocando em cima do banco do motorista.

Continuamos nosso rumo.

Pegamos uma rua comprida, e um atalho no final. Descemos uma parte de barro, um pouco escorregadia. O pneu do carro nem rodava direito. Mais adiante tinha um rio, e no meio desse rio uma passagem de areia fina e caminho estreito. Subimos em um barranco, ao estar em um lugar plano, nos deparamos com uma passagem cheia de pedras grandes e pequenas, cheias de limo e troncos já podres entre elas. Olhei bem para minha mãe.

-Não me olha com essa cara. Já entendi

-Melhor voltarmos.

-Pois é.

Ela deu meia volta só que não conseguiu o suficiente para voltar onde subimos no barranco. Desabamos de uma altura de mais de 4 metros. O destino não deu outro. Fomos parar no meio do rio. Olhei para os dois lados e estávamos cercadas por jacarés marrons escuros e cobras amarelas rajadas, mas estavam como se tivessem dado um nó nelas. Não cobrinhas, mas cobras gigantes vinham em nossa direção. Minha mãe batemos os pés, como estivéssemos nadando, o carro pegou impulso e acelerou como se fosse um barco. (tinha me sentido no carro da família dos flintstones - hHUASHUAHS)

Felizmente conseguimos tirar o carro da água, fomos mais rápidas no possível.

-Mão, nem olha para trás. Só vamos.

Ao voltarmos pela descida inicial, o local parecia ter se modificado. Havia buracos, escorria água, paredes estreitas, mesmo assim empurramos o carro para cima. No ultimo minuto de quase voltarmos tudo consegui segurar em uma cordinha e eu puxei o carro para fora daquele lugar horroroso.

Minha mãe e eu gritávamos de felicidade:

-HAAAAAa CONSEGUIMOS.

-SIMMM! VAMOS EMBORA LOGO.

Minha tia meg estava logo à frente parada olhando aquela gritaria toda. estava com um colete de zíper roxo todo almofadado e pelinhos na gola. Cabelo amarrado e calça jeans.

Entramos todas no carro. No meio da viagem, vi um clarão muito forte.





-Haaaaaaaaaaaa


Acordei gritando com o sol na minha cara, até cai da cama.

Olhei no relogio: 14h30 PM.

Meu Deus, mais de 14h dormindo.

Ri muito da rolada desajeitada.

 
Até o próximo sonho n-n

2 de fev de 2011

Por acaso em Cambridge

Sonhei que estava vagando pela cidade. Olhei para mim mesma, com uma roupa surrada, cinza com algumas manchas em vermelho. Tenho quase certeza que era sangue. E ainda estava com os pés descalços e toda suja. Não sei porque, mas assim estava.
Andando e olhando para tudo, acabei caindo em uma vala em frente a uma passarela perto de um grande viaduto. Em uma das partes que eu mais reparei, foi que ali perto havia uma bilheteria, onde as pessoas passavam rapidamente e retiravam seus bilhetes.
Crianças, adultos, idosos passavam ligeiros. Me aproximei, olhei para dentro da bilheteria e havia uma moça, bem vestida com seus labios carnudos, com batom vermelho.
-Em que posso ajudar?
-O que tens ai?
-Bilhetes para o trem.
-Existe trem ainda?
-Sim. São maquinas de ultima geração. Você nunca ouviu falar?
-Em que ano nós estamos?
-1812, porque?
-Nada de importante.
Virei as costas e continuei andando. Quando me olhei de novo para me lamentar pela minha condição nada favorável, eis que estou toda limpa, unhas pintadas e bem aparadas, sobretudo vermelho vinho comprido, sapatos de salto vermelho também. andei mais alguns metros, que parei em frente a uma loja de espelhos.
Estava de cabelo ondulado loiro, com maquiagem, com os lábios bem chamativos pintado de vermelho sangue. Na hora, parei e fiquei pasma. Olhei para minhas mãos, para meu rosto, me estiquei e até me belisquei para ver se não era tudo um sonho.
Voltando para a bilheteria o tempo esfriou, começou a cair pequenos flocos de neve. As pessoas começaram a andar mais rápido, algumas até corriam. Senti um leve aroma super agradável de pão. Aquele pão crocante e fresquinho; ao chegar a bilheteria perguntei novamente para a moça:
-Aonde nós estamos?
-Na cidade de Cambridge, você não sabia?
-Cambridge? Sério?
-Tá tudo bem com você Senhorita?
-Estou ótima. Para onde vai o trem?
-No momento temos uma saída para Londres. Em torno de quatro horas de viagem até lá.
-Quanto custa?
-350 libras.
Retirei uma carteira comprida e dourada de um dos bolsos, abri, retirei o dinheiro e comprei o bilhete.
Me dirigi até o ponto de embarque do trem. Faltavam apenas 20 minutos para sua partida. Sentei em um dos bancos da estação e abri minha carteira para procurar algum documento. Havia muito dinheiro e um papel todo dobradinho ao fundo. retirei da carteira, e fui abrindo-o.
Sr. Helora.
Convocamos vossa senhoria para que compareça a rua XVIII para se apresentar e servir seu país.
Continuei a ler...
Estamos em um ano de revolução
Tocou o som estrondoso do trem.
Levantei-me e me aproximei da entrada do vagão.
Algumas pessoas me olharam e olharam diretamente para o jornal em suas mãos.
Comentavam umas com as outras, aos cochichos.
ao longe escuto:
-Peguem aquela mulher!!!
Três homens vieram correndo em minha direção, olhei para os dois lados e só avia eu em evidência.
Acelerei meu passo e entrei correndo no vagão.
Já não estava vestida de sobretudo, aquele lugar não parecia nada com um vagão de trem.
Já não sei mais como explicar.
Estava em um ambiente escuro, com tons pastéis. Uma cadeira de balanço, uma cômoda de meio e a porta em um dos lados do cômodo.
Olhei para cima, para frente, para os lados e nada de alguma movimentação.
-Alouuu. Tem alguém por aqui? Alguém me escuta?
Apenas o barulho do vento na janela. Me aproximei da cômoda e puxei a primeira gaveta para ver o que havia ali dentro.
Ao puxar observei que tinha algumas peças de roupas dobradas, alguns recortes de jornal do outro lado e uma foto 3X4 de uma senhora. Uma senhora que parecia minha falecida avó. (Que deus a tenha. E feliz niver vovó seria 69 anos) Peguei a foto e coloquei dentro de meu bolso da calça.
Andei pelo resto da casa, muita poeira e desorganização. Apertada fui ao banheiro, fiz minhas necessidades e aproveitei para tomar um banho.
De repente a porta se abre fortemente, a figura que parecia meu primo e um amigo baixinho e gordinho dele entraram no banheiro juntos e começaram a me interrogar.
-Cadê a foto da vovó?
-Que foto?
-A foto que estava na cômoda de centro em cima dos recortes de jornal?
-Peguei para colocar na minha carteira.
-Quem te deu autonomia para pegar as coisas dos outros?
-Não sabia de quem era e me fez lembrar minha avó.
-Mas é a nossa avó. Pare de ser egoísta e devolve a foto. Ela tem de continuar lá.
-Não vou devolver.
Ele me olhou de cima a baixo.
-Porque você está tomando banho de top? E porque não fechou a cortina do box?
Eu estava só de top, me olhei e realmente estava estranho.
-Não sei, porque agora você quer saber?
-você pode sair dessa casa e procurar outro lugar para morar. Se vira.
Fiz uma cara de deboche e entrei com tudo em baixo da água do chuveiro, fechei meus olhos e fiquei pensando. O que faço agora? Para onde vou? Fazer o que?
Ao abrir meus olhos não estava mais no banheiro escuro, estava andando em uma rua e minha amiga Fernanda vinha em minha direção, com uma caixa.
-O que você tem ai?
-Haaa. Tem de esperar para ver.
Olhou sorrindo para mim.
Ao comprimir os olhos sorrindo, tudo embaçou. Quando abri bem os olhos, estava olhando para meu travesseiro.

Queee bom!
Mais um sonho maluco.
UHASUHUAHSUAHSUAH
Beijos e até o próximo sonho...

25 de jan de 2011

"Cemitério sem fim, até o fim"

Um dia andando em uma rua escura, acabei me deparando com uma rua de um cemitério que não passava na frente há anos. Caminhei por pelo menos 15 minutos. Bem, a sensação era de 15 minutos, mas não passaram mais de 2 minutos.
-Nossa, que cemitério sem fim.
Olhava para todos os lados, a luz do poste começou a oscilar. Comecei a ficar preocupada.
Toda vez que passava para o lado escuro, voltava para frente do portão do cemitério.
-O que será que está acontecendo?
Ouvi ao longe um sino tocando, e espremi os olhos para ver se enxergava alguma coisa dentro do portão do cemitério. Em um canto, um pano branco, meio desbotado passou mexendo. Foi um dos motivos de eu entrar naquele lugar sinistro.
Abri o portão levemente, mas como tudo é muito velho nessas construções o portão fez o famoso barulhinho.

-Nhaaaaaaaaaaac.

Coloquei minha cabeça para dentro, e aos poucos fui entrando. Novamente vi o pano passar por um dos corredores do cemitério, e eu fui na mesma direção. Passando em frente de uma lápide o sino tocou mais uma vez. Liguei o visor do celular e olhei melhor o que estava escrito naquela lápide.
Já debulhando em lagrimas, não sabia mais o que pensar o que fazer. Uma mão apareceu em cima da escrita com a foto e alguma coisa pulou em cima de mim.

-HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Levantei rapidamente da cama. Dei um comprido suspiro de alivio. Mas tinha alguma coisa errada, eu sentia isso. Meu marido acordou assustado e me acalmou enquanto contava o que tinha sonhado.
Mais um dia se passava, com as atividades habituais. Ao chegar da noite, deitei novamente com meu marido na cama para dormir, quando estava já naquele sono leve, ouvi alguma coisa ao pé do meu ouvido:

-Heloraaa, você sabe. Sei que sabe. Não tem escapatória.

Dormi e foi como nada tivesse acontecido.
Assim se passaram três dias e três noites. Não me aguentei e fui à busca desse cemitério. Chegando lá, encontrei um senhor cuidando da manutenção do lugar. Perguntei sobre fenômenos e efeitos que poderiam acontecer, mas não ouvi nada fora do comum.
Voltei para casa e avisei ao meu marido que iria naquele lugar conferir isso de perto, pois estava me deixando maluca.
Ao chegar lá passei pela mesma situação: olhava para todos os lado. A luz do poste começou a oscilar. Comecei a ficar preocupada. Toda vez que passava para o lado escuro, voltava para frente do portão do cemitério.

-O que será que está acontecendo?

Ouvi ao longe um sino tocando. Espremi os olhos para ver se enxergava alguma coisa dentro do portão do cemitério...Em um canto um pano branco, meio desbotado passou mexendo. Foi um dos motivos de eu entrar naquele lugar sinistro. Abri o portão levemente, mas como tudo é muito velho nessas construções o portão fez o famoso barulhinho.

-Nhaaaaaaaaaaac.

Coloquei minha cabeça para dentro, e aos poucos fui entrando. Novamente o vi o pano passar por um dos corredores do cemitério. Fui à mesma direção. Passando em frente de uma lápide o sino tocou mais uma vez. Liguei o visor do celular e olhei melhor o que estava escrito naquela lápide.

Já debulhando em lagrimas, não sabia mais o que pensar o que fazer. Uma mão apareceu em cima da escrita com a foto e alguma coisa pulou em cima de mim.

-HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Quando acordei o velho senhor estava a me observar.

-O que a Senhorita faz por aqui?
-Queria tirar isso da minha cabeça e ver se era realmente verdade.
-humm - Olhando sério e sem entender para meu rosto.
-Mas já vou indo, obrigada.

Só ficou a me observar, mas mesmo assim saí correndo com minha bolsa na mão. O portão se fechou na minha frente e não abria por nenhum decreto. Olhei para trás e lá vinha o senhor com uma pá em uma de suas mãos.
Peguei meu celular para ligar para meu marido, mas como sempre SEM SINAL.
Já soluçando, empurrando o portão e vendo a aproximação daquele senhor. Ouvi novamente:

-Heloraaaa, você sabe. Sei que sabe. - mas dessa vez como se tivesse falando dentro de minha cabeça.

O portão se abriu, e sai correndo. Cheguei em casa e fiquei grudada em meu marido o dia e a noite inteira. De tanto cansaço corporal e muito mais mental, acabei adormecendo, e ao abrir os olhos estava naquele cemitério onde tinha caído pela primeira vez. O senhor olhando para mim, só que dessa vez estava com os olhos arroxeados, boca ressecada e rosto pálido. Usando apenas um colete sobre a blusa de manga comprida e marca de sangue em algumas partes. Olhei para sua mão e vi novamente a pá, que levantou e bateu fortemente em minha cabeça. Tudo escureceu.
Acordei com minha cabeça doendo.
Para melhor definir esse sonho mostro-lhes o que vi naquela lápide.


Datas alteradas por segurança.


21 de jan de 2011

"Quero Subir para me divertir"

Um dia minha mãe me convidou para ir na casa de uma amiga. Logo aceitei. Fomos de bicicleta, conversando. Ao chegarmos na casa, tocamos a campainha que havia perto do portão. Ela feliz por nos ver, abriu e já fomos entrando. Minha mãe e ala começaram a conversar para botar o papo em dia. (Mulheres adoram fofocar) Quando ela começou a falar da reforma. Eu começei a ouvir e prestar mais atenção:
 -Vocês viram a reforma que eu fiz?
Ela olhando para nós e sorrindo
-Não!
 Respondemos em coro.
-Helora, vá lá em cima e veja que legal!
Olhei para os lados, olhei para cima, fui ao quintal e nada de escada, subida ou algo parecido. Retornei a onde elas estavam.
-Tia, eu não sei por onde subir. não encotro nenhuma porta, escada, corda que suba.
Olhou para mim e me puxou para mais perto.
-Vá na 3° janela, dê três passos para trás e diga três vezes: "Quero subir para me divertir".
Sem entender ainda, fiz o que ela me disse. Fui na 3° janela, deis os três passos para trás e disse três vezes:
-Quero subir para me divertir.
-Quero subir para me divertir
-Quero subir para me divertir.
Assim o inesperado aconteceu. Com a boca entre aberta, olhos arregalados, observando o que estava acontecendo. Na lateral surge uma escada bem alta e com um tapete marrom no meio. Subindo e já anciosa para descobrir o que havia lá em cima, logo cheguei em frente de uma porta, como se fosse um diamante bruto. Brilhoso e sem forma definida. a maçaneta era a mais estranha que já havia visto. em formato de mão. coloquei minha mão na maçaneta e ela me puxou, como estivesse me conduzindo a algum lugar emquanto abria.
Tudo em instantes escureçe, vejo só uma risca em azul ao fundo. um azul de luz neon. Chegando perto observei que era o contorno da piscina. Foi a Coisa mais bonita que eu tinha visto até aquele exato momento. Coloquei minha mão dentro da água. E não era por acaso que estava na temperatura certa. Fresquinha o suficiente para dar um mergulho e passar horas ali dentro.
Ao dar a volta na piscina tinha um corredor com muitaaaa gente. sem entender, fui no fluxo. Ali parecia uma feira/convenção de tecnologia. Junto com a multidão fui carregada até um stand. (Muito diferente) Haviam placas meio arredondadas mas sem forma definida, cor de pele com bege. e do outro lado alguns cordões com pontas em X. Perto tinha algumas cadeiras. O atendente chegava pegava uma daquelas placas e conectava o fio nela. em seguida uma pessoa da vez na fila sentava na cadeira de costas e ele plugava em um buraco nas costas que tinha o mesmo formato.
Elas sumiam como um passe de mágica.
O atendente olhou para mim e sorriu.
-Oiiiii Helora!
-Oi.
Sem saber quem era.
-Lembra de mim? Estudei com você na 7° série.
-Não acredito que você é o Douglas.
-Sim. Sou eu.
-O que faz por aqui?
-Vim com minha mãe na casa da amiga dela, e vim conhecer o espaço que era refoormou.
-Ha. Que legal. Muitas pessoas fazem acoplação desse corredor e espaço ambiente em suas casas. O que tinha no espaço quando você entrou?
-Tem uma piscina. Não é?
-Na verdade é o que você espera ver quando entra pela porta de maçaneta de mão.
-Que legal n_n'~
-Verdade. E aqui o assunto que gosta de saber.
-Mas me diga: o que você faz aqui?
-Aqui é uma stand de jogo on-line. As placas são os jogos e os cabos para você entrar nele.
-humm
-Quer experimentar? 
-Mas pelo que eu percebi, eu não tenho aquele buraco nas costas.
-Tem sim, você que não sentiu ainda.
Ao passar a mão em minhas costas lá estava o buraco em forma de X.
-Vc ainda quer tentar?
-Sim.
Sentei na cadeira, ele pegou a placa, o cabo e colocou em minhas costas.
Luzes brilharam em volta, uma musica começou a tocar.

E novamente era o sol brilhando em meu rosto e a musica do meu celular no despertador.
Haaaa. queria saber como funcionava esse jogo.
Fiquei super curiosa.
UHASUHAUSHUAHS

bjs até o proximo sonho. 

20 de jan de 2011

O cara de Dread.

Depois de um dia daqueles, fui dormir.
Claro que um pouco antes fiquei assitindo a 6° temporada de House, já estou no 8° episódio.
uma loucura gente.

Antes de contar meu sonho, tenho que fazer uma observação.
Ontem na noticia vi a respeito de formação de um tornado em santa Catarina aqui no Brasil, com aquilo na cabeça, passei o dia comentando sobre o assunto.
E adivinha o que aconteceu.??

Então vamos lá.

Estava trabalhando em um bar pequena em uma cidade tranquila e deserta. (Deserta até de mais)
e o Bar parecia aqueles dos anos 80.
Limpava o balcão, lavava a louça suja, quando a portinhola rangeu ao abrir. lá vinha a minha mãe vindo me chamar:
-Vamos viajar, deixe tudo ai.
-Mas porque?
-você tem que ter aonde morar quando for para a faculdade.
-Mas eu vou para a faculdade?
-Sim. Você foi intimada para estudar na Universidade Gran de lá sul.
-Oche, nunca ouvi falar dessa faculdade.
-Haaaa, Helora. Você estava esperando a muito tempo para passar e ir para lá estudar. Agora vamos que o carro ainda está ligado.
Deixei tudo para trás. Ao sair pela portinhola vi o luxuoso Cadillac Azul de minha mãe.
Olhei bem para ela:
-Aonde você arranjou um carro desse?
-Comprando Oras. Você não gostou??
-Eu adoreiiiii.
Sentamos no carro e fomos em bora, mas sabia aonde era essa cidadee muito menos ouvido falar dessa faculdade. ao continuar a viagem, paramos na cidade de destino.
Entramos por uma porta branca de madeira, toda quadriculada e com uma maçaneta verde musgo. 
Minha mãe sentou no chão e olhou em volta. Como não entendi, por principios básicos imitei a atitude.
-Porque sentamos??
-Porque aqui é para sentar.
-Ah. Então tá. o que vamos fazer agora?
Fiquei sem resposta. Olhado em volta estavamos sentadas em um tablado de madeira e em volta, havia um rio bem azulzinho.
Distraida com uma paisagem intrigante, ouvi a porte se abrindo. Um cara de cabelos com dread chegou com seua mochila já na mão apoiando no tablado. Sentou e deitou em meu colo.
-O que está fazendo??
-Deitando. Por que?
-Por acaso porque você está apoiado em mim?
-Ha. Isso é consequencia de um ato tomado por iniciativa anterior nesse lugar.
-E o que eu tenho a ver com você estar apoiado no meu colo??
-Ha. fala a verdade. você gosta. Só fique tranquila.
Olhei para  minha mãe e continuei a olhar em volta. De repente percebo uma movimentação muito grande em cima de nossas cabeças. Quando eu olhei, vi um tornado se formando. Mas olhava de um jeito que não dava para acreditar o que estava acontecendo.
-Haaa, quero só ver o que esse tornado faz.
minha mãe olhou pra mim.
-Acho que não faz nada.
-UASHUSH acho que só vou correr quando eu ver uma vaca voando no tornado.
Continuei a observar o rapaz deitado em meu colo. Ele respirou bem fundo.
-Quem é você?
-Por que agora você quer saber?
-Porque quero conversar.
-Humm. Então té. Meu nome é Helora, e o seu?
Não sei o que ele respondeu. porque tudo ficou mudo. Tudo que estava em volta sumiu como fumaça. (Continuo sem entender meu sonho) Do mesmo jeito que sumiu, voltou.
Tudo parecia um outro cenário. esta em cima de uma cama muito grande, paredes cor de salmão, uma escrivaninha em um dos lados, quadro nas paredes e algumas roupas jogadas em um outro lado do quarto, mas com o infeliz deitado no meu colo.
Ele olhando pra  mim tirou uma vara de pesca com uma bolinha vermelha na ponta do fio.
-O que você vai fazer?
-Vou pescar.
-Aqui no quarto?
-Sim.
-Como? você tá louco. vou é sair daqui.
-Não pise ai. Se você sair agora da cama você vai se afogar.
-Porque?
Olhava para o chão e estava como em qualquer outro lugar. Com piso frio de piso branco.
-Veja só.
Colocou a bolinha no chão e do nada foi puxado. E na ponta tinha um peixe pequeno e estranho. cheio de espinhos.
-Nosssssaaaa! que legal.
-Viu só.
-Agora é minha vez. me dáaaa a vara. Vou pegar um grande pra gente comer.
Peguei e coloquei a bolinha no chão. A bolinha foi rolando em baixo da cama e puxouuu muito. ele arregalou os olhos pra mim e me ajudou a puxar.
O peixe era gigante. (Tá, não tão grande assim.)
-Como você conseguiu?
-Ha!!
Fiquei toda me gabando.
-Só imaginei ele puxando e como ele seria. e ele está aqui agora.
-Nossa! que incrivel.
Sorri e me senti super orgulhosa. Dei a vara para ele e peguei um livro que estava no canto da cama. Ao abrir, ele folheou sozinho, e parou em uma página que brilhava. Aquele brilho era tão forte que eu comprimi meus olhos para não cegar. sentindo uma grande força me puxando para mais perto do livro, foi quando entrei nele, pelo medo fechei meus olhos.
Sei que quando eu abri meus olhos novamente estava toda jogada na cama com o sol batendo na minha cara.



UHASUHASUAHSUh
FIM \o\
até a proxima =D

21 de out de 2010

Orango tango.

Sonhei que estava indo para uma excursão, junto com a Amanda, Mariana e mais um pessoal do meu curso de hotelaria. O ônibus era parecido com a de escolas americanas, amarelos, grandes com a porta que abre para o lado, não para fora.



O motorista foi passando pelas ruas e tal, e em fim chegamos perto de nosso destino, paramos em uma lanchonete um bar, sei lá o era aquilo. E na parede do lado de fora, tinham vários tipos de pássaros em poleiros. Só que eu não ouvia canto nem movimento dos mesmos. Observando mais de perto, reparei que essas espécies não eram comum da região, e eram raros. De certo modo, fiquei injuriada com a atitude de quem tinha deixado eles ali e assim. Uma das espécies em extinção, tinha penas brancas, e olhos de botão. Comecei a esbravejar na frente do estabelecimento. E adivinha quem sai de dentro? Meu tio Carlão.

 
Sim! ele parece o shrek. UHSAUHAUSHAS


Ai ele me explicou que os pássaros que estavam lá eram pássaros que tinham morrido, e estavam na floresta pelo chão. Para poder ganhar dinheiro e sem prejudicar o meio ambiente, ele pegou e empalhou os pássaros.


Voltamos para o ônibus e continuamos a viagem. Mas acima pela estrada a professora que estava com o grupo quis descer para pegar um ramo de flor que estava em um canteiro, o motorista parou e abriu a porta. A professora desceu e ficou parada. Ficamos curiosos e fomos à janela ver o que estava acontecendo, havia 2 orangotango centados na frente dela. Por incrível que pareça eram muiiiiito agressivos. Ela deu três passos para trás, e conseguiu entrar no ônibus novamente e o motorista fechou a porta. Vieram na direção dela, mas não alcançaram. Esperamos por um tempo até eles se afastarem. Subimos algumas rampas circulares. Depois descemos e tudo ficou preto.


Vai entender né? São os sonhos da Helora xDD


24 de set de 2010

Em Baixo da mesinha.

Caindo novamente em meus sonhos, dessa vez apareci em uma cozinha, cortando legumes na tabua de madeira.
Olho em volto, e o que é isso em volta? Onde estou?
Largo a faca e começo a andar pelo lugar. Saindo da cozinha, passando pelo corredor, vi um movimento e logo olhei.
Era apenas o espelho que estava na parede.
Cheguei pertinho e comecei a me observar. Estava com um rosto fino, cabelo loiro e comprido. Com os brincos na orelha sem meus habituais pircings.
Estiquei a pele do meu rosto, puxei a pele dos meus braços, não satisfeita olhei dentro da minha blusa. Uns PEITÕES que meu deus.
De repente a campainha toca. Olhei para um lado, olhei para o outro e fui em direção a porta que estava de frente para o corredor.
Abri bem de vagarzinho abaixei e olhei em uma frestinha que fora formada na abertura, o homem que estava a frente da porta abaixou-se tambem e perguntou:
-Sra Helora?
Desconfiada perguntei-lhe
-Quem gostaria?
-Sou o Daniel, da loja de buffet e aluguel de vestido de casamento.
-CASAMENTO?
-Sim, e você marcou uma visita para cuidarmos dos detalhes.
Pensei: E agoraaa? Casamento? quando? com quem? porque?
Perguntas sem resposta me vieram na cabeça.
Daniel, olhando para mim, com uma interrogação no olhar.
-É mesmo? Então pode deixar suas coisas ..... - olhei em volta e vi uma sala bem aconchegante, com um sofá comprido, cor marrom claro de frente para a televisão de tela plana.
Olhei e fiquei admirada com a decoração bem feita.
-...aqui em cima mesmo.
-okay, mas tem alguma mesa para eu apoiar as coisas?
Olhei ao redor novamente, com o objetivo de achar uma mesinha pequena. Ao lado do corredor havia uma escada. A escada com um carpete avermelhado escuro, bonito, combinando com a moldura das fotos penduradas. Começei a subilas vagarosamente para observar as fotos, que por sinal tinha eu e um homem.
Pensei novamente: Noooossa! que gato. Que homem lindo. Será que esse é meu marido?
Logo fui interrompida por Daniel, que me olhava do pé da escada.
-Você não acha melhor eu voltar outra hora?
-Porque?
-Ha, parece que a Sra, está meio perdida, meio deslocada.
-Ok, se não se importar.
-Cláro que não.
Acompanhei-o até a porta e despedi-me. Fechei a porta rapidamente e voltei a subir as escadas.
Subindo, subindo e continuando a subir a observar as fotos felizes que mostravam um casal que se amava.
Parei no corrimão da escada, fechei os olhos e sorri. Com aquele. Com aquele sorriso de satisfação.
De repente escuto um barulho de passos, chave, bufadas.
Subi os ultimos degraus correndo. Ao chegar no 1° andar, havia uma mesinha de canto, comprida e de altura média, com a superficie de vidro. Não sei como, mas consegui me enfiar ali em baixo.
Os passos vão se aproximando e começo a escutar uma voz masculina:
-Heloraaaa?!
-Heloraaa?! Cadê você?
Vejo só o ultimo pé no ultimo degrau. Quando olho mais em cima, o cara lindoooo das fotos está a me olhar de canto e com um sorriso de deboche apoiando no corrimão.
-O que você está fazendo ai?
Fico sem graça e continuo sem reação.
-Ha...é...humm....estou....fazendo uma experiência.
-Que experiência?
-Como as revistas se sentem.
-uAHSUHASUHASUHUHSAUSHAUHSUAHSUH
Ouço risos bem altos.
Vou saindo e esticando de vagarzinho.
-Então, nós não tinhamos combinado de jantar naquele nosso restaurante?
-Que restaurante?
-Aquele que vamos todas as vezes. Fiz reservas para hoje.
Derrepente o telefone toca.
-Alô?
-só um minuto.
-Amor, ainda vamos lá?
-olhei novamente com um olhar de interrogação.
Falando baixinho para mim:
-Vamos ou não?
-Ha, estou meio cansada.
-Sr. Não iremos mais esta noite. Surgiu um imprevisto aqui. Okay? Deixa para uma proxima vez.
Desligou o telefone e veio em minha direção.
Olhando fixamente para o labio inferior mais carnudo, mordendo o proprio lábio.
Tirou sua gravata vermelho vinho, abrindo os botões de sua camisa branca social e vindo na minha direção.
Pensei: OMG. É agoraa. Será mesmo real?
Me encostou na parede, me deu o primeiro beijo, sorriu e começou a puxar levemente minha blusa em direção ao meu ombro. Me beijou até o pescoço e começou a dar algumas mordiscadinhas. Já chegando nas nuvens do momento, gemi ao ouvido dele.
Só vi de canto um sorriso malicioso de satisfação.
Indo de parede em parede, até chegar na cama. Me jogou com uma força, me olhou nos olhos e continuou vindo. Mordeu meus labios e incrementou em um beijo comprido.
Quando abri meus olhos, não senti mais nada. Só me vi beijando o travesseiro e a coberta em cima de mim.


ODEIO ESSA PARTE ;~;
UHASUHASUHSUH
Tudo que é bom, acaba rápido =/

Desculpa deixar todos na decepção.